📖 Coletânea de Poemas
A Rocha e o Sopro
Publicado em 20/06/2026 07:30 - Autor : Wapinou
Há nomes gémeos que a história reuniu,
Dois pilares da tempestade que fazem caminhar juntos.
Pedro avança, com as mãos fortes do pescador,
Firme como uma velha rocha no meio do medo.
E Paulo surge atrás, com a palavra por espada,
Deixando pelos caminhos a sua antiga fúria dissipada.
Um carrega a memória e a madeira da embarcação,
A estatura sólida de um verdadeiro líder.
O outro é o viajante, o caminhante dos desertos,
Que quebra os cadeados e sacode o universo.
Contudo, sob a rudeza e o peso dos dias,
Bate a mesma chama ardente, um amor imenso e puro.
Pois Pedro é a matéria, a pedra da fundação,
E Paulo é a rasura transformada em ação.
Derramaram o seu sangue, sem máscaras nem arrependimentos,
Deixando a pele curtida aos segredos das florestas.
Amanhã, ergamos a taça a estes homens da terra,
À força do vínculo que desafia o destino.
Por todos os Pedros e Paulos, os ardentes e os amantes,
Que a festa seja franca, ao sabor dos elementos.
Dois pilares da tempestade que fazem caminhar juntos.
Pedro avança, com as mãos fortes do pescador,
Firme como uma velha rocha no meio do medo.
E Paulo surge atrás, com a palavra por espada,
Deixando pelos caminhos a sua antiga fúria dissipada.
Um carrega a memória e a madeira da embarcação,
A estatura sólida de um verdadeiro líder.
O outro é o viajante, o caminhante dos desertos,
Que quebra os cadeados e sacode o universo.
Contudo, sob a rudeza e o peso dos dias,
Bate a mesma chama ardente, um amor imenso e puro.
Pois Pedro é a matéria, a pedra da fundação,
E Paulo é a rasura transformada em ação.
Derramaram o seu sangue, sem máscaras nem arrependimentos,
Deixando a pele curtida aos segredos das florestas.
Amanhã, ergamos a taça a estes homens da terra,
À força do vínculo que desafia o destino.
Por todos os Pedros e Paulos, os ardentes e os amantes,
Que a festa seja franca, ao sabor dos elementos.
A Paz do Irineu
Publicado em 20/06/2026 07:22 - Autor : Wapinou
Há nomes forjados para acalmar as tempestades,
Para erguer os corpos e levantar as cabeças.
Irineu avança, com a palavra por tocha,
Procurando sob a discórdia um caminho mais belo.
Não aprecia as armadilhas dos discursos vazios,
Prefere a fonte e a terra viva.
É o guia das almas, o guardião da unidade,
Que devolve à nossa carne a sua justa dignidade.
Contudo, sob a doçura e o gesto sereno,
Adivinha-se o sopro de um fogo soberano.
Pois Irineu é o homem do verdadeiro combate,
Aquele que deseja a paz, mas uma paz imutável.
É um sangue de coragem com sorriso de mel,
Um construtor de esperança sob um céu imenso.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de luz,
À seiva que sobe, à vida em toda a sua plenitude.
Por todos os Irineus, os íntegros e os amantes,
Que a festa seja intensa, ao sabor dos elementos.
Para erguer os corpos e levantar as cabeças.
Irineu avança, com a palavra por tocha,
Procurando sob a discórdia um caminho mais belo.
Não aprecia as armadilhas dos discursos vazios,
Prefere a fonte e a terra viva.
É o guia das almas, o guardião da unidade,
Que devolve à nossa carne a sua justa dignidade.
Contudo, sob a doçura e o gesto sereno,
Adivinha-se o sopro de um fogo soberano.
Pois Irineu é o homem do verdadeiro combate,
Aquele que deseja a paz, mas uma paz imutável.
É um sangue de coragem com sorriso de mel,
Um construtor de esperança sob um céu imenso.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de luz,
À seiva que sobe, à vida em toda a sua plenitude.
Por todos os Irineus, os íntegros e os amantes,
Que a festa seja intensa, ao sabor dos elementos.
A Linhagem do Fernand
Publicado em 20/06/2026 07:09 - Autor : Wapinou
Há nomes enraizados como alicerces,
Que atravessam o tempo sem ostentar brasões.
Fernand avança, com o olhar voltado para o azul,
Homem das grandes obras e do trabalho mais puro.
Tem o gesto franco e a postura ereta,
Recusando a tibieza das prisões demasiado estreitas.
É o construtor humilde de coragem de ferro,
Que sabe dominar a pedra e enfrentar o inverno rigoroso.
Contudo, sob a aparência firme e as mãos de trabalho,
Adivinha-se um brasido, um imenso calor.
Pois Fernand é o sangue que não sabe mentir,
Preferindo as próprias ruínas ao conforto de desistir.
É uma carne de bronze, uma pele de sol,
Um ponto de referência sólido que anuncia o despertar.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de orgulho,
À força da generosidade e à verdadeira dignidade.
Por todos os Fernands, os ardentes e os amantes,
Que a festa seja franca, ao sabor dos elementos.
Que atravessam o tempo sem ostentar brasões.
Fernand avança, com o olhar voltado para o azul,
Homem das grandes obras e do trabalho mais puro.
Tem o gesto franco e a postura ereta,
Recusando a tibieza das prisões demasiado estreitas.
É o construtor humilde de coragem de ferro,
Que sabe dominar a pedra e enfrentar o inverno rigoroso.
Contudo, sob a aparência firme e as mãos de trabalho,
Adivinha-se um brasido, um imenso calor.
Pois Fernand é o sangue que não sabe mentir,
Preferindo as próprias ruínas ao conforto de desistir.
É uma carne de bronze, uma pele de sol,
Um ponto de referência sólido que anuncia o despertar.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de orgulho,
À força da generosidade e à verdadeira dignidade.
Por todos os Fernands, os ardentes e os amantes,
Que a festa seja franca, ao sabor dos elementos.
O Escudo do Antelmo
Publicado em 20/06/2026 07:04 - Autor : Wapinou
Há nomes erguidos como cidadelas,
Que guardam no inverno luzes eternas.
Antelmo avança, com a estatura de uma rocha,
Pronto para resistir a qualquer embate.
Levantou muralhas sob a neve e as pedras,
Devolvendo ao silêncio a sua força primeira.
É o monge de ferro de olhar sereno,
Que quebra os orgulhos e aquece o coração.
Contudo, sob o hábito branco e a calma das mãos,
Adivinha-se a chama de um desejo soberano.
Pois Antelmo é o homem que se ergue como muralha,
Recusando as aparências e os jogos do acaso.
É uma carne sólida e um espírito indomável,
Que só dobra os joelhos diante da verdade.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de retidão,
À força tranquila que desafia toda erosão.
Por todos os Antelmos, íntegros e amantes,
Que a festa seja franca, ao sabor dos elementos.
Que guardam no inverno luzes eternas.
Antelmo avança, com a estatura de uma rocha,
Pronto para resistir a qualquer embate.
Levantou muralhas sob a neve e as pedras,
Devolvendo ao silêncio a sua força primeira.
É o monge de ferro de olhar sereno,
Que quebra os orgulhos e aquece o coração.
Contudo, sob o hábito branco e a calma das mãos,
Adivinha-se a chama de um desejo soberano.
Pois Antelmo é o homem que se ergue como muralha,
Recusando as aparências e os jogos do acaso.
É uma carne sólida e um espírito indomável,
Que só dobra os joelhos diante da verdade.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de retidão,
À força tranquila que desafia toda erosão.
Por todos os Antelmos, íntegros e amantes,
Que a festa seja franca, ao sabor dos elementos.
A Seiva do Próspero
Publicado em 20/06/2026 06:57 - Autor : Wapinou
Há nomes destinados a colheitas abundantes,
Que trazem no sangue a claridade das estações.
Próspero avança, com a pena entre os dedos,
Para gravar no tempo a exatidão das leis.
Tem o espírito afiado dos homens de saber,
Mas seu coração recusa a frieza do espelho.
É o poeta-escriba, o vigia do azul celeste,
Que procura sob as palavras o sopro mais puro.
Contudo, sob a lógica e o rigor do traço,
Adivinha-se uma chama que arde em segredo.
Pois Próspero é o impulso da terra que floresce,
Uma força tranquila onde o pensamento amadurece.
É uma carne de bronze que nenhuma dúvida altera,
Um pilar de retidão firmemente enraizado.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de abundância,
À seiva da alma e ao seu justo poder.
Por todos os Prósperos, íntegros e amantes,
Que a festa seja franca, ao sabor dos elementos.
Que trazem no sangue a claridade das estações.
Próspero avança, com a pena entre os dedos,
Para gravar no tempo a exatidão das leis.
Tem o espírito afiado dos homens de saber,
Mas seu coração recusa a frieza do espelho.
É o poeta-escriba, o vigia do azul celeste,
Que procura sob as palavras o sopro mais puro.
Contudo, sob a lógica e o rigor do traço,
Adivinha-se uma chama que arde em segredo.
Pois Próspero é o impulso da terra que floresce,
Uma força tranquila onde o pensamento amadurece.
É uma carne de bronze que nenhuma dúvida altera,
Um pilar de retidão firmemente enraizado.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de abundância,
À seiva da alma e ao seu justo poder.
Por todos os Prósperos, íntegros e amantes,
Que a festa seja franca, ao sabor dos elementos.
O Grito de João Batista
Publicado em 20/06/2026 06:52 - Autor : Wapinou
Há nomes forjados na areia e no vento,
Um grito de liberdade sob um céu exigente.
João Batista avança, de pele curtida e forte,
Como uma árvore selvagem moldada pela tempestade.
Não possui a brandura dos homens da corte,
Prefere o rio para anunciar o grande dia.
É a voz do deserto, o caminhante solitário,
Que mergulha corpos nus nas águas do rio.
Contudo, sob a rudeza e o manto de pelos,
Adivinha-se uma chama ardente, um sangue livre e quente.
Pois João Batista é o homem que recusa os disfarces,
Preferindo a queimadura da verdade às máscaras do acaso.
É uma carne de bronze com verbo de leão,
Uma força tranquila que dissipa as ilusões.
Amanhã, ergamos a taça entre os grandes,
A este nome de coragem, convicção e luz.
Por todos os Joões Batistas, firmes e verdadeiros,
Que a festa seja bela e a noite cheia de alegria.
Um grito de liberdade sob um céu exigente.
João Batista avança, de pele curtida e forte,
Como uma árvore selvagem moldada pela tempestade.
Não possui a brandura dos homens da corte,
Prefere o rio para anunciar o grande dia.
É a voz do deserto, o caminhante solitário,
Que mergulha corpos nus nas águas do rio.
Contudo, sob a rudeza e o manto de pelos,
Adivinha-se uma chama ardente, um sangue livre e quente.
Pois João Batista é o homem que recusa os disfarces,
Preferindo a queimadura da verdade às máscaras do acaso.
É uma carne de bronze com verbo de leão,
Uma força tranquila que dissipa as ilusões.
Amanhã, ergamos a taça entre os grandes,
A este nome de coragem, convicção e luz.
Por todos os Joões Batistas, firmes e verdadeiros,
Que a festa seja bela e a noite cheia de alegria.
A Coroa da Audrey
Publicado em 20/06/2026 06:48 - Autor : Wapinou
Há nomes de seda com reflexos de metal,
Que recusam a prisão e o jogo teatral.
Audrey avança, deixando os palácios para trás,
Para buscar sua fortuna nos segredos dos brejais.
Vestiu o arminho e o brilho dos anéis,
Antes de partir em busca de destinos mais fiéis.
É a rainha indomável de olhar de falcão,
Que rompe armaduras e impõe sua lição.
Mas sob o vestido simples e a calma aparente,
Sente-se pulsar uma vontade exigente.
Pois Audrey é a força escondida na doçura,
Uma flecha de orgulho que acerta com bravura.
Ela só entrega a sua fé ao que é inteiro e verdadeiro,
Preferindo o vento livre ao caminho rotineiro.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de nobreza,
À beleza rebelde que jamais perde a firmeza.
Por todas as Audreys, orgulhosas e amantes,
Que a festa seja bela e a noite emocionante.
Que recusam a prisão e o jogo teatral.
Audrey avança, deixando os palácios para trás,
Para buscar sua fortuna nos segredos dos brejais.
Vestiu o arminho e o brilho dos anéis,
Antes de partir em busca de destinos mais fiéis.
É a rainha indomável de olhar de falcão,
Que rompe armaduras e impõe sua lição.
Mas sob o vestido simples e a calma aparente,
Sente-se pulsar uma vontade exigente.
Pois Audrey é a força escondida na doçura,
Uma flecha de orgulho que acerta com bravura.
Ela só entrega a sua fé ao que é inteiro e verdadeiro,
Preferindo o vento livre ao caminho rotineiro.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de nobreza,
À beleza rebelde que jamais perde a firmeza.
Por todas as Audreys, orgulhosas e amantes,
Que a festa seja bela e a noite emocionante.





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