📖 Coletânea de Poemas
A Força do Bernardo
Publicado em 27/07/2026 10:57 - Autor : Wapinou
Há filhos da rocha com o fôlego dos gigantes,
Que erguem cidades no meio do vazio.
Bernardo avança orgulhoso no vigésimo dia de agosto,
Com palavras firmes, abrindo caminho por onde passa.
Traz o sangue dos ursos e a firmeza das rochas,
Sabendo manter o leme mesmo no meio das tempestades.
É o construtor da aurora, o mestre das florestas,
Que nunca baixa a cabeça diante dos grandes desafios.
Contudo, sob o rigor de um espírito de aço,
Bate um coração vibrante, um fogo monumental.
Porque Bernardo é a seiva enraizada no tempo,
Uma força tranquila que permanece na linha da frente.
É carne de bronze com um olhar de sol,
Um apelo ao orgulho que faz soar o despertar.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de nobreza,
Ao poder da palavra e à verdadeira grandeza.
Por todos os Bernardos os íntegros, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
Que erguem cidades no meio do vazio.
Bernardo avança orgulhoso no vigésimo dia de agosto,
Com palavras firmes, abrindo caminho por onde passa.
Traz o sangue dos ursos e a firmeza das rochas,
Sabendo manter o leme mesmo no meio das tempestades.
É o construtor da aurora, o mestre das florestas,
Que nunca baixa a cabeça diante dos grandes desafios.
Contudo, sob o rigor de um espírito de aço,
Bate um coração vibrante, um fogo monumental.
Porque Bernardo é a seiva enraizada no tempo,
Uma força tranquila que permanece na linha da frente.
É carne de bronze com um olhar de sol,
Um apelo ao orgulho que faz soar o despertar.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de nobreza,
Ao poder da palavra e à verdadeira grandeza.
Por todos os Bernardos os íntegros, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
A Forja d0 João Eudes
Publicado em 27/07/2026 10:50 - Autor : Wapinou
Há homens de coragem sem espada nem brasão,
Que enfrentam a peste e desafiam as estações.
João Eudes avança no décimo nono dia de agosto,
Com o coração por escudo no meio do caminho.
Viveu entre os esquecidos da sorte,
Defendendo os moribundos das garras da morte.
É o construtor da aurora, de sangue ardente e valente,
Que nunca recua quando o tufão ruge.
Contudo, sob o rigor do lutador incansável,
Vibra uma seiva terna, um amor inalterável.
Porque João Eudes é o fogo que ilumina a noite,
Um rochedo firme onde o medo desaparece.
É carne de bronze, curtida pelo sol,
Um grito de humanidade que faz soar o despertar.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de valor,
À força de amar e à verdadeira grandeza.
Por todos os João Eudes os íntegros, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
Que enfrentam a peste e desafiam as estações.
João Eudes avança no décimo nono dia de agosto,
Com o coração por escudo no meio do caminho.
Viveu entre os esquecidos da sorte,
Defendendo os moribundos das garras da morte.
É o construtor da aurora, de sangue ardente e valente,
Que nunca recua quando o tufão ruge.
Contudo, sob o rigor do lutador incansável,
Vibra uma seiva terna, um amor inalterável.
Porque João Eudes é o fogo que ilumina a noite,
Um rochedo firme onde o medo desaparece.
É carne de bronze, curtida pelo sol,
Um grito de humanidade que faz soar o despertar.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de valor,
À força de amar e à verdadeira grandeza.
Por todos os João Eudes os íntegros, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
A Claridade da Helena
Publicado em 27/07/2026 10:45 - Autor : Wapinou
Há nomes de aurora e de rainhas de ouro puro,
Que atravessam os séculos com um olhar firme e luminoso.
Helena avança no décimo oitavo dia de agosto,
Com a fronte coroada de luz, no meio do caminho.
Deixou o fausto e o orgulho dos palácios,
Para procurar a verdade entre a poeira e os czares.
É a mulher de grande sabedoria, a buscadora da Verdadeira Cruz,
Que não baixa a cabeça diante de nenhuma lei humana.
Contudo, sob a coroa e o brilho do poder,
Arde um coração apaixonado que afasta toda a escuridão.
Porque Helena é a tocha que dissipa a noite,
Uma força de firmeza que nada consegue destruir.
É carne de rainha com um sorriso luminoso,
Uma voz de claridade que faz soar o despertar.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de luz,
À força de agir e à verdadeira dignidade.
Por todas as Helenas as livres, as amantes,
Que a festa seja bela e a noite cheia de emoção.
Que atravessam os séculos com um olhar firme e luminoso.
Helena avança no décimo oitavo dia de agosto,
Com a fronte coroada de luz, no meio do caminho.
Deixou o fausto e o orgulho dos palácios,
Para procurar a verdade entre a poeira e os czares.
É a mulher de grande sabedoria, a buscadora da Verdadeira Cruz,
Que não baixa a cabeça diante de nenhuma lei humana.
Contudo, sob a coroa e o brilho do poder,
Arde um coração apaixonado que afasta toda a escuridão.
Porque Helena é a tocha que dissipa a noite,
Uma força de firmeza que nada consegue destruir.
É carne de rainha com um sorriso luminoso,
Uma voz de claridade que faz soar o despertar.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de luz,
À força de agir e à verdadeira dignidade.
Por todas as Helenas as livres, as amantes,
Que a festa seja bela e a noite cheia de emoção.
A Flor do Jacinto
Publicado em 27/07/2026 10:36 - Autor : Wapinou
Há nomes tecidos de tecido e sangue sob a flor,
Que atravessam os rios sem jamais conhecer o medo.
Jacinto avança no décimo sétimo dia de agosto,
Erguendo bem alto a luz no meio do caminho.
Enfrentou o fogo e as hordas do Norte,
Salvando o que era sagrado das garras da morte.
É o caminhante das estepes, o corredor dos grandes ventos,
Que nunca baixa a cabeça e permanece firme diante de tudo.
Contudo, sob a fúria do viajante incansável,
Bate o coração de um sonho indomável.
Porque Jacinto é o brilho da flor em plena tempestade,
A força que renasce no meio do naufrágio.
É carne de bronze com um olhar luminoso,
Um perfume de nobreza e de verdadeira dignidade.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de liberdade,
À força dos passos e à paixão mais pura.
Por todos os Jacintos os ardentes, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
Que atravessam os rios sem jamais conhecer o medo.
Jacinto avança no décimo sétimo dia de agosto,
Erguendo bem alto a luz no meio do caminho.
Enfrentou o fogo e as hordas do Norte,
Salvando o que era sagrado das garras da morte.
É o caminhante das estepes, o corredor dos grandes ventos,
Que nunca baixa a cabeça e permanece firme diante de tudo.
Contudo, sob a fúria do viajante incansável,
Bate o coração de um sonho indomável.
Porque Jacinto é o brilho da flor em plena tempestade,
A força que renasce no meio do naufrágio.
É carne de bronze com um olhar luminoso,
Um perfume de nobreza e de verdadeira dignidade.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de liberdade,
À força dos passos e à paixão mais pura.
Por todos os Jacintos os ardentes, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
A Força de Armel
Publicado em 23/07/2026 14:50 - Autor : Wapinou
Há filhos da Armórica de passo firme e sereno,
Que domam dragões sem sequer levantar a mão.
Armel avança livre no décimo sexto dia de agosto,
Com a imponência de um carvalho no meio do caminho.
Traz o sangue dos ursos e a serenidade das rochas,
Sabendo enfrentar a tempestade e a violência dos combates.
É o príncipe das florestas, o desbravador das terras,
Que abre o seu caminho longe dos artifícios vazios.
Contudo, sob a armadura e a casca selvagem,
Vibra um coração bondoso, protegido de todos os naufrágios.
Porque Armel é a seiva enraizada na Armórica,
Uma força de firmeza mais valiosa do que o ouro.
É carne de bronze com um olhar de sol,
Um gigante de orgulho que faz soar o despertar.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de nobreza,
À força tranquila e à verdadeira grandeza.
Por todos os Armel os íntegros, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
Que domam dragões sem sequer levantar a mão.
Armel avança livre no décimo sexto dia de agosto,
Com a imponência de um carvalho no meio do caminho.
Traz o sangue dos ursos e a serenidade das rochas,
Sabendo enfrentar a tempestade e a violência dos combates.
É o príncipe das florestas, o desbravador das terras,
Que abre o seu caminho longe dos artifícios vazios.
Contudo, sob a armadura e a casca selvagem,
Vibra um coração bondoso, protegido de todos os naufrágios.
Porque Armel é a seiva enraizada na Armórica,
Uma força de firmeza mais valiosa do que o ouro.
É carne de bronze com um olhar de sol,
Um gigante de orgulho que faz soar o despertar.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de nobreza,
À força tranquila e à verdadeira grandeza.
Por todos os Armel os íntegros, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
O Voo da Assunção
Publicado em 23/07/2026 14:41 - Autor : Wapinou
Há um dia de agosto em que a terra se eleva,
Em que o corpo de uma mulher realiza toda a esperança.
Na manhã do décimo quinto dia, sob o fogo do sol,
A argila torna-se rainha e desperta o mundo.
Ela carregou a dor e as lágrimas da vida,
O sangue da promessa e a plenitude da carne.
É a Mãe do mundo, de olhar cheio de luz,
Que sobe aos céus com toda a sua majestade.
Contudo, sob o esplendor do seu manto azul,
Bate um coração de mulher, terno, puro e vivo.
Porque a Assunção é a elevação de toda a criação,
A vitória do corpo abraçado pela luz.
É uma flor de seiva arrancada ao túmulo,
Uma aurora soberana onde tudo se torna mais belo.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste grande dia de festa,
Ao céu que se ilumina e à vida renovada.
Pela Rainha do Céu, pelas mães e pelas amantes,
Que a festa seja bela e a noite cheia de emoção.
Em que o corpo de uma mulher realiza toda a esperança.
Na manhã do décimo quinto dia, sob o fogo do sol,
A argila torna-se rainha e desperta o mundo.
Ela carregou a dor e as lágrimas da vida,
O sangue da promessa e a plenitude da carne.
É a Mãe do mundo, de olhar cheio de luz,
Que sobe aos céus com toda a sua majestade.
Contudo, sob o esplendor do seu manto azul,
Bate um coração de mulher, terno, puro e vivo.
Porque a Assunção é a elevação de toda a criação,
A vitória do corpo abraçado pela luz.
É uma flor de seiva arrancada ao túmulo,
Uma aurora soberana onde tudo se torna mais belo.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste grande dia de festa,
Ao céu que se ilumina e à vida renovada.
Pela Rainha do Céu, pelas mães e pelas amantes,
Que a festa seja bela e a noite cheia de emoção.
A Força do Evrardo
Publicado em 23/07/2026 14:37 - Autor : Wapinou
Há nomes forjados no coração vivo das florestas,
Que guardam sob a armadura um segredo indomável.
Evrardo avança sozinho no décimo quarto dia de agosto,
Com um passo firme e constante, abrindo o seu próprio caminho.
Traz o sangue dos grandes e a força dos guerreiros,
Mas sabe pousar a espada ao pé das oliveiras.
É a rocha das florestas, o javali da terra,
Que nunca baixa a cabeça diante da falsa luz.
Contudo, sob a armadura e o peso do ferro,
Vibra um espírito nobre e um olhar de extraordinária clareza.
Porque Evrardo é a seiva enraizada no carvalho,
Uma força de vida que nenhum medo consegue deter.
É carne de bronze, de coragem rústica,
Um colosso de pé com a imponência dos antigos.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de titã,
À força do braço e ao brilho do sol.
Por todos os Evrardos os fortes, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
Que guardam sob a armadura um segredo indomável.
Evrardo avança sozinho no décimo quarto dia de agosto,
Com um passo firme e constante, abrindo o seu próprio caminho.
Traz o sangue dos grandes e a força dos guerreiros,
Mas sabe pousar a espada ao pé das oliveiras.
É a rocha das florestas, o javali da terra,
Que nunca baixa a cabeça diante da falsa luz.
Contudo, sob a armadura e o peso do ferro,
Vibra um espírito nobre e um olhar de extraordinária clareza.
Porque Evrardo é a seiva enraizada no carvalho,
Uma força de vida que nenhum medo consegue deter.
É carne de bronze, de coragem rústica,
Um colosso de pé com a imponência dos antigos.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de titã,
À força do braço e ao brilho do sol.
Por todos os Evrardos os fortes, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.






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