📖 Coletânea de Poemas
A Força do Guia
Publicado em 06/04/2026 09:31 - Autor : Wapinou
Gautier, o teu nome ressoa como um passo firme,
Nos caminhos de pedra e nas montanhas azuladas.
Ele traz o legado de um líder e de um pilar,
Daquele que sabe ver, que sabe unir.
Não precisas de gritar para seres ouvido,
A tua presença basta para nos surpreender e devolver
Um pouco dessa fé na força tranquila,
Longe do ruído da multidão e dos jogos da cidade.
Neste dia da tua festa, recebe esta homenagem:
A verdadeira força reside no coração da coragem.
Que o teu horizonte se abra sobre vastas planícies,
Onde os teus sonhos voem livres das suas correntes.
Gautier, mestre da obra do teu próprio destino,
Que a alegria te acompanhe desde os primeiros amanheceres.
Nos caminhos de pedra e nas montanhas azuladas.
Ele traz o legado de um líder e de um pilar,
Daquele que sabe ver, que sabe unir.
Não precisas de gritar para seres ouvido,
A tua presença basta para nos surpreender e devolver
Um pouco dessa fé na força tranquila,
Longe do ruído da multidão e dos jogos da cidade.
Neste dia da tua festa, recebe esta homenagem:
A verdadeira força reside no coração da coragem.
Que o teu horizonte se abra sobre vastas planícies,
Onde os teus sonhos voem livres das suas correntes.
Gautier, mestre da obra do teu próprio destino,
Que a alegria te acompanhe desde os primeiros amanheceres.
O Brilho da Primavera
Publicado em 06/04/2026 09:23 - Autor : Wapinou
Julie, o teu nome soa como um riso leve,
Um eco de sol num pomar fresco.
Nas suas sílabas vive uma alegria cintilante,
O olhar de uma mulher e o brilho de uma menina.
És dessas presenças que sabem tudo transformar,
Convertendo as preocupações num vento passageiro.
Neste dia da tua festa, no coração da estação,
Quando as flores de abril saem do seu repouso,
Que a felicidade te acompanhe e guie cada passo teu,
Honrando a doçura que a tua alma carrega.
Guarda este fogo sagrado, esta centelha de vida,
Pois em ti, a beleza permanece para sempre.
Um eco de sol num pomar fresco.
Nas suas sílabas vive uma alegria cintilante,
O olhar de uma mulher e o brilho de uma menina.
És dessas presenças que sabem tudo transformar,
Convertendo as preocupações num vento passageiro.
Neste dia da tua festa, no coração da estação,
Quando as flores de abril saem do seu repouso,
Que a felicidade te acompanhe e guie cada passo teu,
Honrando a doçura que a tua alma carrega.
Guarda este fogo sagrado, esta centelha de vida,
Pois em ti, a beleza permanece para sempre.
O Semeador de Luz
Publicado em 06/04/2026 09:18 - Autor : Wapinou
Jean-Baptiste, o teu nome é uma ponte sobre o abismo,
Onde o saber se eleva e a virtude ganha vida.
Não procuraste ouro nem privilégios vãos,
Mas o brilho de um espírito que a ignorância cerca.
Construtor do futuro no seio das classes humildes,
Soube apagar todos os traços de desprezo.
Neste dia da tua festa, saudamos a coragem
Daquele que ensina e vira a página.
Pois educar não é apenas um dever,
É oferecer à criança o mais belo dos espelhos.
Que a tua força inspire aqueles que procuram o caminho,
Afastando as sombras da noite e o peso da dúvida.
Que este 7 de abril seja um hino à tua vida,
Onde a pena e o coração permaneçam para sempre.
Jean-Baptiste, pilar de uma fé exemplar,
Continuas para nós uma luz viva.
Onde o saber se eleva e a virtude ganha vida.
Não procuraste ouro nem privilégios vãos,
Mas o brilho de um espírito que a ignorância cerca.
Construtor do futuro no seio das classes humildes,
Soube apagar todos os traços de desprezo.
Neste dia da tua festa, saudamos a coragem
Daquele que ensina e vira a página.
Pois educar não é apenas um dever,
É oferecer à criança o mais belo dos espelhos.
Que a tua força inspire aqueles que procuram o caminho,
Afastando as sombras da noite e o peso da dúvida.
Que este 7 de abril seja um hino à tua vida,
Onde a pena e o coração permaneçam para sempre.
Jean-Baptiste, pilar de uma fé exemplar,
Continuas para nós uma luz viva.
O Caminho de Emaús
Publicado em 31/03/2026 17:12 - Autor : Wapinou
Há amanhãs que trazem o orvalho,
Uma promessa de vida sobre a terra em chamas.
A Segunda-feira de Páscoa avança, como quem parte em viagem,
Deixando para trás o sudário e a tempestade.
Caminhamos pela estrada, com o coração ainda pesado,
Sem ver que o invisível acompanha o nosso amor.
É o tempo dos caminhos onde nos reencontramos,
Onde, sob o vento leve, cada ferida se abre.
Pois a pedra rolou, o silêncio morreu,
E no vazio das mãos, o desejo floresceu.
Sob o novo sol, sob a seiva que sobe,
Esquecemos os fracassos e as antigas vergonhas.
Partilhamos o pão, provamos o vinho fresco,
Saboreando na existência os seus mais doces segredos.
É uma carne de alegria, uma pele de luz,
Que zomba do frio e da noite passada.
Amanhã, ergamos a taça a este despertar dos sentidos,
À força do laço, à imensa esperança.
Para todos os viajantes, os vivos, os de pé,
Que a festa seja bela, para além de tudo.
Uma promessa de vida sobre a terra em chamas.
A Segunda-feira de Páscoa avança, como quem parte em viagem,
Deixando para trás o sudário e a tempestade.
Caminhamos pela estrada, com o coração ainda pesado,
Sem ver que o invisível acompanha o nosso amor.
É o tempo dos caminhos onde nos reencontramos,
Onde, sob o vento leve, cada ferida se abre.
Pois a pedra rolou, o silêncio morreu,
E no vazio das mãos, o desejo floresceu.
Sob o novo sol, sob a seiva que sobe,
Esquecemos os fracassos e as antigas vergonhas.
Partilhamos o pão, provamos o vinho fresco,
Saboreando na existência os seus mais doces segredos.
É uma carne de alegria, uma pele de luz,
Que zomba do frio e da noite passada.
Amanhã, ergamos a taça a este despertar dos sentidos,
À força do laço, à imensa esperança.
Para todos os viajantes, os vivos, os de pé,
Que a festa seja bela, para além de tudo.
A Calma de Irene
Publicado em 31/03/2026 17:05 - Autor : Wapinou
Há nomes que trazem o silêncio dos cumes,
Uma trégua oferecida no meio dos abismos.
Irene avança, com passo de pomba,
Trazendo no olhar aquilo que o dia entrega.
Ela não é fuga, ela é resistência,
Aquela que dá ao vazio uma imensa presença.
É uma mão de seda sobre uma fronte de dor,
Um bálsamo de clareza na noite do sofrimento.
Mas sob essa calma pura, sob essa paz aprendida,
Pressente-se um fogo que nenhum vento despreza.
Pois Irene é a terra que recebe a semente,
O corpo que se entrega e o coração que começa.
Ela é o repouso após a longa luta,
O canto que se eleva no momento da queda.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de harmonia,
À força do laço, à alma rejuvenescida.
Para todas as Irenes, as sábias, as amantes,
Que a festa seja doce e a noite vibrante.
Uma trégua oferecida no meio dos abismos.
Irene avança, com passo de pomba,
Trazendo no olhar aquilo que o dia entrega.
Ela não é fuga, ela é resistência,
Aquela que dá ao vazio uma imensa presença.
É uma mão de seda sobre uma fronte de dor,
Um bálsamo de clareza na noite do sofrimento.
Mas sob essa calma pura, sob essa paz aprendida,
Pressente-se um fogo que nenhum vento despreza.
Pois Irene é a terra que recebe a semente,
O corpo que se entrega e o coração que começa.
Ela é o repouso após a longa luta,
O canto que se eleva no momento da queda.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de harmonia,
À força do laço, à alma rejuvenescida.
Para todas as Irenes, as sábias, as amantes,
Que a festa seja doce e a noite vibrante.
O Escriba de Isidoro
Publicado em 31/03/2026 17:01 - Autor : Wapinou
Há nomes que trazem tinta e pergaminho,
Um traço de pena no fundo da mão.
Isidoro avança, com a mente como um farol,
Salvando do naufrágio aquilo que o tempo dispersa.
Ele é o mestre de obra, o escriba das cidades,
Que ergue muralhas de palavras e verdades.
Mas sob o peso dos livros, sob a calma das leis,
Pressente-se um arrepio, uma voz secreta.
Pois Isidoro é o homem que sabe que tudo se apaga,
Se o sopro do coração não deixa nenhuma marca.
Ele não busca o ouro, busca a luz,
Aquela que torna o humano maior que o seu pó.
É uma mão que escreve, um desejo que se ordena,
Um amor pela vida que o saber coroa.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de exceção,
A esta sede de aprender, a esta paixão.
Para todos os Isidoros, os sábios, os vigilantes,
Que a festa seja vasta, ao ritmo das alturas.
Pois o verdadeiro conhecimento, além dos discursos,
É abrir cada página ao vento dos seus amores.
Um traço de pena no fundo da mão.
Isidoro avança, com a mente como um farol,
Salvando do naufrágio aquilo que o tempo dispersa.
Ele é o mestre de obra, o escriba das cidades,
Que ergue muralhas de palavras e verdades.
Mas sob o peso dos livros, sob a calma das leis,
Pressente-se um arrepio, uma voz secreta.
Pois Isidoro é o homem que sabe que tudo se apaga,
Se o sopro do coração não deixa nenhuma marca.
Ele não busca o ouro, busca a luz,
Aquela que torna o humano maior que o seu pó.
É uma mão que escreve, um desejo que se ordena,
Um amor pela vida que o saber coroa.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de exceção,
A esta sede de aprender, a esta paixão.
Para todos os Isidoros, os sábios, os vigilantes,
Que a festa seja vasta, ao ritmo das alturas.
Pois o verdadeiro conhecimento, além dos discursos,
É abrir cada página ao vento dos seus amores.
A Estatura de Ricardo
Publicado em 31/03/2026 16:55 - Autor : Wapinou
Há nomes que soam como um estandarte,
Um eco de coragem no meio da névoa.
Ricardo avança com passo de conquistador,
A fronte marcada pela sombra e pelos ventos cortantes.
Ele tem a força bruta dos carvalhos antigos,
Mas sua alma conhece os abismos da oração.
É um guia de ferro com olhar de doçura,
Que sabe que a vitória é um grito de pudor.
Sob a armadura de couro ou o pano de veludo,
Pressente-se um sangue nobre, um amante dos dias.
Pois Ricardo é aquele que não se curva,
Mesmo quando o destino o esmaga ou o fere.
Ele é a rocha antiga que o relâmpago partiu,
A testemunha de uma fé que se julgava perdida.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de retidão,
Ao homem que permanece de pé em sua dor.
Para todos os Ricardos, os sábios, os guerreiros,
Que a festa seja sincera, longe de louros vazios.
Pois a verdadeira força, ao fim do longo caminho,
É saber oferecer a própria força ao próximo.
Um eco de coragem no meio da névoa.
Ricardo avança com passo de conquistador,
A fronte marcada pela sombra e pelos ventos cortantes.
Ele tem a força bruta dos carvalhos antigos,
Mas sua alma conhece os abismos da oração.
É um guia de ferro com olhar de doçura,
Que sabe que a vitória é um grito de pudor.
Sob a armadura de couro ou o pano de veludo,
Pressente-se um sangue nobre, um amante dos dias.
Pois Ricardo é aquele que não se curva,
Mesmo quando o destino o esmaga ou o fere.
Ele é a rocha antiga que o relâmpago partiu,
A testemunha de uma fé que se julgava perdida.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de retidão,
Ao homem que permanece de pé em sua dor.
Para todos os Ricardos, os sábios, os guerreiros,
Que a festa seja sincera, longe de louros vazios.
Pois a verdadeira força, ao fim do longo caminho,
É saber oferecer a própria força ao próximo.





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