📖 Coletânea de Poemas
O Voo de Larissa
Publicado em 24/03/2026 20:25 - Autor : Wapinou
Há nomes que trazem o sal e a maresia,
Um perfume de viagem além da rotina vazia.
Larissa avança, filha de costas orgulhosas,
Deixando para trás as sombras das fronteiras silenciosas.
Ela tem a graça livre da ave do mar,
Que enfrenta as tempestades e os ventos sem hesitar.
É uma chama viva numa praia da Grécia,
Um segredo guardado, um amor sem pressa.
Sob a pele de luz, sob o olhar de azul,
Bate um coração indomável, doce e indócil.
Pois Larissa é aquela que não conhece prisão,
Preferindo o mar aberto à falsa proteção.
Ela é o grito de alegria sobre os recifes,
O rastro de seda dos desejos fugidios.
Amanhã, ergamos a taça a esse nome de horizonte,
À força do sonho, ao fim de toda fronte.
Para todas as Larissas, livres e audazes,
Que a festa seja vasta e suas almas mais largas.
Um perfume de viagem além da rotina vazia.
Larissa avança, filha de costas orgulhosas,
Deixando para trás as sombras das fronteiras silenciosas.
Ela tem a graça livre da ave do mar,
Que enfrenta as tempestades e os ventos sem hesitar.
É uma chama viva numa praia da Grécia,
Um segredo guardado, um amor sem pressa.
Sob a pele de luz, sob o olhar de azul,
Bate um coração indomável, doce e indócil.
Pois Larissa é aquela que não conhece prisão,
Preferindo o mar aberto à falsa proteção.
Ela é o grito de alegria sobre os recifes,
O rastro de seda dos desejos fugidios.
Amanhã, ergamos a taça a esse nome de horizonte,
À força do sonho, ao fim de toda fronte.
Para todas as Larissas, livres e audazes,
Que a festa seja vasta e suas almas mais largas.
O Sopro e a Carne
Publicado em 24/03/2026 20:17 - Autor : Wapinou
Há instantes em que o tempo suspende a hora,
Em que o anjo se insinua no íntimo da morada.
Maria desperta no meio do silêncio,
Perturbada pelo peso de uma presença imensa.
É um “Sim” sussurrado como um sopro leve,
Uma porta entreaberta ao divino estrangeiro.
O Espírito desce, como uma carícia ardente,
Sobre essa pele oferecida, sobre essa alma consentida.
Pois a Anunciação não é apenas uma palavra de fé,
É o arrepio de um corpo que aceita a sua lei.
Sob o véu de linho bate um sangue de promessa,
A vida enraíza-se com infinita ternura.
Mistura de luz e de desejo secreto,
Onde o céu e a terra se tocam em segredo.
Amanhã, elevemos os olhos ao amanhecer da primavera,
Onde o Verbo se faz carne, aqui e agora.
Para todos os mensageiros, para os corações em espera,
Que a festa seja viva e a noite vibrante.
Em que o anjo se insinua no íntimo da morada.
Maria desperta no meio do silêncio,
Perturbada pelo peso de uma presença imensa.
É um “Sim” sussurrado como um sopro leve,
Uma porta entreaberta ao divino estrangeiro.
O Espírito desce, como uma carícia ardente,
Sobre essa pele oferecida, sobre essa alma consentida.
Pois a Anunciação não é apenas uma palavra de fé,
É o arrepio de um corpo que aceita a sua lei.
Sob o véu de linho bate um sangue de promessa,
A vida enraíza-se com infinita ternura.
Mistura de luz e de desejo secreto,
Onde o céu e a terra se tocam em segredo.
Amanhã, elevemos os olhos ao amanhecer da primavera,
Onde o Verbo se faz carne, aqui e agora.
Para todos os mensageiros, para os corações em espera,
Que a festa seja viva e a noite vibrante.
A Marca de Catarina
Publicado em 21/03/2026 14:32 - Autor : Wapinou
Há nomes que trazem coroa e aço,
Um brilho de nácar no frio do inverno escasso.
Catarina avança com passo soberano,
Uma seiva serena corre em seu plano.
Tem a pureza dos mármores de Carrara,
Mas em seu olhar, uma chama mais rara.
É mão de seda com coração de granito,
Uma estrela que vela quando o dia é finito.
Sob traje de corte ou simples pudor,
Pressente-se um fogo, um secreto calor.
Pois Catarina não é de se entregar,
Ela se deixa conquistar, devagar.
É fruto proibido, promessa de vida,
Uma sede de justiça nunca contida.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de glória,
Que deixa um rastro de ouro na memória.
Para todas as Catarinas, rebeldes, amigas,
Que a festa seja intensa e suas almas destemidas.
Um brilho de nácar no frio do inverno escasso.
Catarina avança com passo soberano,
Uma seiva serena corre em seu plano.
Tem a pureza dos mármores de Carrara,
Mas em seu olhar, uma chama mais rara.
É mão de seda com coração de granito,
Uma estrela que vela quando o dia é finito.
Sob traje de corte ou simples pudor,
Pressente-se um fogo, um secreto calor.
Pois Catarina não é de se entregar,
Ela se deixa conquistar, devagar.
É fruto proibido, promessa de vida,
Uma sede de justiça nunca contida.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de glória,
Que deixa um rastro de ouro na memória.
Para todas as Catarinas, rebeldes, amigas,
Que a festa seja intensa e suas almas destemidas.
O Triunfo de Victorien
Publicado em 21/03/2026 14:23 - Autor : Wapinou
Há nomes que soam como um desafio ao destino,
Um brilho de metal no silêncio marinho.
Victorien avança, de fronte erguida à tormenta,
Herdeiro das lutas e da herança que sustenta.
Não busca a sombra, mas sim a claridade,
Aquela que nasce do ferro e da liberdade.
Mas sob o porte firme, sob o gesto cortante,
Revela-se um poeta no sol declinante.
Pois ser vitorioso é saber tudo doar:
A força do braço e a alma a se entregar.
É a rocha antiga que a espuma vem tocar,
Unindo à firmeza uma ternura a guardar.
É homem de esforço, vigia da manhã,
Que traça com mãos nuas o seu próprio amanhã.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de coragem,
À força do laço que atravessa a viagem do tempo.
Para todos os Victorien, corações de verdade,
Que a festa seja franca e cheia de dignidade.
Um brilho de metal no silêncio marinho.
Victorien avança, de fronte erguida à tormenta,
Herdeiro das lutas e da herança que sustenta.
Não busca a sombra, mas sim a claridade,
Aquela que nasce do ferro e da liberdade.
Mas sob o porte firme, sob o gesto cortante,
Revela-se um poeta no sol declinante.
Pois ser vitorioso é saber tudo doar:
A força do braço e a alma a se entregar.
É a rocha antiga que a espuma vem tocar,
Unindo à firmeza uma ternura a guardar.
É homem de esforço, vigia da manhã,
Que traça com mãos nuas o seu próprio amanhã.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de coragem,
À força do laço que atravessa a viagem do tempo.
Para todos os Victorien, corações de verdade,
Que a festa seja franca e cheia de dignidade.
O Sopro de Léa
Publicado em 21/03/2026 14:15 - Autor : Wapinou
Há nomes que cabem em três letras,
Como uma confissão que não se revela.
Léa avança, despida e altiva,
Deixando à porta o orgulho e a poeira da vida.
Trocou a seda pela doçura do coração,
Encontrando no silêncio sua mais bela morada então.
Mas sob essa calma, essa paz aprendida,
Pressente-se um olhar que o vento convida.
É uma chama nua, um arrepio insistente,
Uma força de mulher, doce e divina, presente.
Léa não é daquelas que gritam presença,
Ela habita o vazio e lhe dá existência.
É o descanso após longa jornada,
Aquela que ama sem sombra ou estrada barrada.
Amanhã, ergamos o copo a este nome de vida,
À graça discreta, à alma nunca contida.
Para todas as Léas, flores do essencial,
Que sua festa seja doce, sob um brilho celestial.
Como uma confissão que não se revela.
Léa avança, despida e altiva,
Deixando à porta o orgulho e a poeira da vida.
Trocou a seda pela doçura do coração,
Encontrando no silêncio sua mais bela morada então.
Mas sob essa calma, essa paz aprendida,
Pressente-se um olhar que o vento convida.
É uma chama nua, um arrepio insistente,
Uma força de mulher, doce e divina, presente.
Léa não é daquelas que gritam presença,
Ela habita o vazio e lhe dá existência.
É o descanso após longa jornada,
Aquela que ama sem sombra ou estrada barrada.
Amanhã, ergamos o copo a este nome de vida,
À graça discreta, à alma nunca contida.
Para todas as Léas, flores do essencial,
Que sua festa seja doce, sob um brilho celestial.
A Doçura de Clémence
Publicado em 15/03/2026 11:11 - Autor : Wapinou
Há nomes que acalmam a tempestade,
Como um porto seguro após a viagem.
Clémence avança com olhar de veludo,
Trazendo em si o sopro do amor profundo.
Ela não julga, abre as mãos no caminho,
Para apagar os espinhos do destino.
Sua voz é um bálsamo, um sussurro de seda,
Que transforma a tristeza em alegria plena.
Mas sob a temperança e o aparente sossego,
Corre um rio de corrente forte e sem medo.
Pois Clémence é a terra que acolhe a chuva,
O corpo que se entrega e o coração que se curva.
É a graça oferecida no meio das ruínas,
A rosa selvagem que não tem espinhas.
Amanhã levantemos os olhos para essa claridade,
Que é indulgência e também pura suavidade.
Para todas as Clémences, mulheres de paz,
Que a vida lhes seja doce, hoje e sempre mais.
Como um porto seguro após a viagem.
Clémence avança com olhar de veludo,
Trazendo em si o sopro do amor profundo.
Ela não julga, abre as mãos no caminho,
Para apagar os espinhos do destino.
Sua voz é um bálsamo, um sussurro de seda,
Que transforma a tristeza em alegria plena.
Mas sob a temperança e o aparente sossego,
Corre um rio de corrente forte e sem medo.
Pois Clémence é a terra que acolhe a chuva,
O corpo que se entrega e o coração que se curva.
É a graça oferecida no meio das ruínas,
A rosa selvagem que não tem espinhas.
Amanhã levantemos os olhos para essa claridade,
Que é indulgência e também pura suavidade.
Para todas as Clémences, mulheres de paz,
Que a vida lhes seja doce, hoje e sempre mais.
A Oferenda da Primavera
Publicado em 15/03/2026 11:01 - Autor : Wapinou
Há um sopro que desperta o dia,
Um calor sob a velha latada,
Onde a alma se abre em harmonia,
Ao arrepio de uma vida renovada.
A terra tira seu manto de gelo,
Oferecendo a pele aos primeiros raios do sol,
É o tempo selvagem em que sentimos zelo
Pelo ritmo lento dos brotos em seu farol.
A relva estremece sob o passo da amante,
A seiva sobe, ardente e impaciente,
E no ar paira um perfume inebriante,
De flor aberta e terra complacente.
O dia se alonga, langoroso e altivo,
Afastando as sombras e o frio de outrora,
É um beijo pousado no mundo vivo,
Um hino à vida que agora aflora.
Um calor sob a velha latada,
Onde a alma se abre em harmonia,
Ao arrepio de uma vida renovada.
A terra tira seu manto de gelo,
Oferecendo a pele aos primeiros raios do sol,
É o tempo selvagem em que sentimos zelo
Pelo ritmo lento dos brotos em seu farol.
A relva estremece sob o passo da amante,
A seiva sobe, ardente e impaciente,
E no ar paira um perfume inebriante,
De flor aberta e terra complacente.
O dia se alonga, langoroso e altivo,
Afastando as sombras e o frio de outrora,
É um beijo pousado no mundo vivo,
Um hino à vida que agora aflora.





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